Turnstile — Never Enough: Versions
De Elton John a Dying Fetus, vinte e duas releituras loucamente desiguais: não é um álbum, é um flex.
De Elton John a Dying Fetus, vinte e duas releituras loucamente desiguais: não é um álbum, é um flex.
Músculo, coração e um "Enemy" que estoura — mas um público frio que só ouve a receita. 7.
Death metal desconstruído e 74 minutos de cimento líquido: 9/10 contra 2.5/5, a imprensa se fratura.
A imprensa celebra o repique (4/5 na Kerrang!), o AMG saca um 2/5: décimo round para os veteranos do metalcore.
O luto cuspido com veneno: grandes músicas de metalcore prejudicadas por uma mixagem comprimida demais.
Riffs letais, solos incendiários, Dez de volta ao jogo: 70/100 e zero surpresa, assumido.
A festa metalcore em estúdio: a imprensa se diverte (75/100), os puristas suspiram. Assumido.
A Blabbermouth diz 9/10, o público diz 25/100: o disco que arrebata musicalmente e repele nas letras.
Guturais do sétimo círculo contra a criatividade em baixa: a imprensa se divide, o pit vai decidir.
A imprensa se diverte (74/100), o público torce o nariz (59/100): o parque de diversões gótico divide.
De 100 a 20 conforme a capela: o delírio cósmico do Muse assume tudo, a imprensa escolhe seu lado.
Deathcore sinfônico com refrões: 9/10 de um lado, 2.5/5 do outro. O gênero se encara com desconfiança.
Grave Noise em 7.5, Kerrang! em 3/5: único no mundo, mas familiar. O sabre parisiense decide em 7.
Textura aterrorizante, hora cheia demais: o black/death de Chambéry impressiona sem ainda esmagar.
Zero evolução, execução máxima. O melhor AC/DC do ano não leva a assinatura do AC/DC.
A guinada pop-rock do Beartooth: a imprensa aplaude (77/100), o público range os dentes (59/100). Divisivo, portanto interessante.
Refrões matadores para a imprensa (8.5/10 na Blabbermouth), 53/100 para o público. O grande abismo sinfônico.
A imprensa aplaude (77/100), o público desiste (49/100). O grande abismo do início de temporada.
Karevik magistral, fórmula inalterada: a imprensa se rasga (8/10 vs. 2.5/5), o consenso diz 6.5.
Mais metal, menos prog: a imprensa hesita (8/10 vs. 5/10), os fãs se afastam. Encontro no Rex de Toulouse em dezembro.
A despedida de Mustaine: 62/100 entre os críticos, 48 no público. Uma saída de cena aos tropeços.