Sem agregado Album of the Year para este Chapter 04, mas a imprensa emitiu vereditos numéricos e contrastantes: a Grave Noise Media crava um 7.5/10, a Kerrang! um 3/5 morno, e a NuMetalAgenda assina uma crônica sem nota mas conquistada — « hino após hino de uma bondade tingida de nu-metal, executada não só bem, mas com destreza ». Média das notas: 67.5/100. Para um álbum autoproduzido pela própria estrutura deles, a Kuromaku Corp, os parisienses continuam dando o que falar bem além do anel viário.

O que põe todo mundo de acordo: ninguém soa como o Rise Of The Northstar. A Grave Noise os qualifica como « uma das bandas mais únicas do mundo », e a Kerrang! concede que « em seus melhores momentos toscos, é brilhante » — « Falcon », single ultrarrápido, é citado em todo lugar como o ápice, « o tipo de banger que um moleque de 15 anos escreveria com um grande orçamento e décadas de experiência » segundo Sam Law. Os convidados Landmvrks e Aaron Matts (ten56.), três nomes franceses num mesmo disco, são julgados « integrados, não decorativos ».

O que divide: a familiaridade. A Grave Noise adverte que « é muito agradável, desde que se feche os olhos para a familiaridade do conjunto » e detona « Under » e « Solitary Homeboy »; a Kerrang! acha certas experimentações « sérias demais » e transições que nem sempre caem de pé. Veredito: um disco furiosamente divertido, menos aventureiro do que seu conceito mangá promete. 7/10, e o mosh-pit neoparisiense gira mesmo assim.