80/100 em cinco críticas. O Wyatt E. cultiva um doom ritual e hipnótico, impregnado de imaginário mesopotâmico: cânticos, drones, percussão cerimonial. Este novo opus desenrola um transe lento e imersivo, mais próximo da cerimônia do que da canção. A imprensa saúda uma proposta imersiva e singular. Nota: 8.