Terceiro álbum para os retorcidos de Minneapolis, e a mais bela acolhida de sua carreira. A Blabbermouth (8.5/10) entroniza Godslaughter como « um dos discos mais aventureiros e detestáveis do ano » — detestável sendo aqui um elogio — saudando o equilíbrio entre « textura old school e subversão fora da pista ». A Angry Metal Guy (4.0/5) fala de « um retorno rugidor e de um dilaceramento death metal » que « combina influências familiares em algo novo ».
A Last Rites, sem nota, aponta a verdadeira estrela: o vocalista Barclay Olson, que « varia constantemente seu ataque » sobre os chugs de breakdown e os trituradores. Ironia do caso: o AMG acha, ao contrário, que seus rugidos « ameaçam se tornar repetitivos ». Duas críticas, dois ouvidos, a mesma garganta.
A dissonância vem da Metal Epidemic (3.5/5), que acusa a produção de enterrar o talento instrumental: « quando se consegue distinguir o que os riffs fazem, eles são estupidamente bons ». Densidade caótica assumida, portanto — a própria Blabbermouth admite que isso « muitas vezes ameaça afundar no caos absoluto ». Média em 8: o assassinato de deus está validado.



