Cattle Decapitation — Terrasite
O ápice de um death metal transformado em discurso: 89/100 para uma obra em que o apocalipse ecológico vira música.
O ápice de um death metal transformado em discurso: 89/100 para uma obra em que o apocalipse ecológico vira música.
Os americanos reconciliam o death metal old-school e a liberdade progressiva: 88/100 para um disco de rara elegância.
Os noruegueses transfiguram o black metal numa viagem psicodélica: 89/100 para uma obra de vanguarda.
O powerviolence de Los Angeles se faz manifesto afro-americano: 88/100 para um disco tão breve quanto vital.
O violino e o growl, a beleza e a fúria: 86/100 para o magistral retorno dos australianos.
Os britânicos do djent atmosférico entregam seu disco mais realizado: 86/100.
Os noruegueses transformam o mito em música: 84/100 para um décimo sexto álbum de ambição intacta.
A melancolia feita disco: 84/100 para um álbum em que os suecos sublimam sua arte do desespero elegante.
Fúria e luz a serviço do íntimo: 85/100 para um disco comovente sobre saúde mental.
O folclore inglês e o órgão Hammond: 85/100 para um disco de heavy rock oculto irresistível.
Os patriarcas do death metal cavernoso não fraquejam: 85/100 para um disco de uma negrura absoluta.
O pesadelo sonoro dos franceses atinge uma intensidade inédita: 85/100 para um disco assombrado.
A máquina de guerra do death metal técnico continua implacável: 84/100.
O supergrupo estadunidense faz do virtuosismo uma brincadeira: 83/100 para um disco tão feroz quanto jubiloso.
Os canadenses mudam de pele sem renegar a si mesmos: 87/100 para um death metal que se abre ao cosmos sem perder…
O grindcore de Cingapura alcança picos de expressividade: 85/100 para um disco tão violento quanto dilacerante.
O desespero americano posto em som: 86/100 para um álbum de estreia que golpeia como um soco.
O death metal cósmico alcança sua forma mais realizada: 83/100 para um disco ao mesmo tempo frio e vertiginoso.
O caos organizado dos nova-iorquinos atinge seu ponto de incandescência: 84/100 para um disco sufocante.
O encontro improvável da fúria e da bruma: 82/100 para uma colaboração de uma beleza turva.
Os belgas ampliam sua paleta sem perder o fio: 83/100 para um black metal em plena muda.
A nova guarda do death metal old school assume sua herança: 82/100 para um disco jubiloso e sem complexos.
O death metal do Arizona ganha melodia sem perder potência: 82/100 para um disco talhado para durar.
Os pioneiros do death metal pútrido continuam fiéis à sua sujeira: 81/100 para um disco de uma insalubridade gozosa.
A mais célebre instituição do death metal não fraqueja: 80/100 para um disco de uma regularidade de metrônomo.
Quando o saxofone assombra o black metal: 85/100 para um disco ucraniano de beleza noturna.
A grande obra invernal de um solitário estadunidense: 85/100 para uma meditação glacial e comovente.
Um panfleto vanguardista contra a injustiça social: 87/100 para um dos discos mais originais do ano.
O black metal quebequense na sua forma mais afiada: 85/100 para um disco de fúria intacta.
O negro spiritual encontra o black metal: 82/100 para um terceiro álbum que consolida uma ideia genial.
O black metal se faz western crepuscular: 84/100 para um afresco sobre o mito do Oeste americano.
O pai do blackgaze reencontra a luz: 84/100 para um disco de uma graça luminosa.
O black metal português sobe de nível: 83/100 para um disco de intensidade visceral.
A Grande Guerra posta em música: 82/100 para um disco brutal e documentado sobre o horror das trincheiras.
O ritual sonoro dos belgas alcança uma nova intensidade: 84/100 para um disco de gravidade litúrgica.
A sacerdotisa do gótico eletrônico se reinventa: 82/100 para um disco de renascimento íntimo.