Depois de anos complicados, Dez Fafara volta e a imprensa constata isso a uma só voz: 70/100 em cinco críticas, público em 74. A Blabbermouth (9/10) puxa a fila: « os riffs são letais, os solos incendiários, e Dez está de volta ao jogo, de forma audível e irresistível ». A Metal Hammer segue com 8/10, a Distorted Sound (7/10) ouve « um metal potente e carregado de groove que bate de verdade ».
O que põe todo mundo de acordo: a forma do chefe e a pancada da banda. A Kerrang! (3/5), ainda que a menos entusiasmada dos cronistas on-line, descreve « um bombardeio dos sentidos de 51 minutos » de execução feroz, e cita « Dig Your Own Grave », « Dead In The Water » ou « Ride Or Die » entre os momentos que acertam o alvo. Ninguém contesta o savoir-faire nem a produção.
A linha de fratura é a novidade: zero. A Kerrang! resume muito bem — a banda não bate nas portas conhecidas, « ela as atravessa a socos » — enquanto a Classic Rock pune com um 5/10. Um disco de guerra-relâmpago, não de conquista: se você quer DevilDriver, é isto, e do bom.



